Cirurgias pioneiras com próteses Esteem ganham espaço no Jornal da Record

As cirurgias - todas bem-sucedidas - realizadas pela equipe do Prof. Dr. Ricardo Ferreira Bento, no HCFMUSP, ganham mais destaque na mídia e, dessa vez, o Jornal da Record destaca o sucesso do caso de Ildete Fialho de Brito.

Postado em 20/01/2010


A emoção da paciente Ildete Fialho de Brito em ouvir pequenos sons e conseguir entender tudo que seus pacientes, falam agora - ela é psicóloga - demonstra mais um resultado positivo das cirurgias pioneiras realizadas no HCFMUSP pela equipe do Prof. Dr. Ricardo Ferreira Bento. "A matéria foi bastante esclarecedora. A paciente explica sobre a diferença em escutar através do AASI e ouvir com o Esteem. Essas cirurgias - já realizamos todas as dez programadas para pesquisa - vieram para marcar a história da Medicina e, na América do Sul, nossa equipe só colhe resultados positivos. Todas fazem parte de uma pesquisa que será avaliada pela OMS", diz o Prof. Dr. Ricardo Ferreira Bento, diretor chefe do Departamento de Otorrinolaringologia do HCFMUSP. Acompanhando durante cinco horas, uma das cirurgias realizadas no Centro Cirúrgico do Hospital das Clínicas, a repórter Cleisla Garcia, esclareceu o telespectador com informações científicas sobre a cirurgia e detalhou, através de animação, como funciona o microcomputador que é implantado no ouvido. "O aparelho é implantado sob a pele, atrás orelha, e o processador de som é ligado a dois ossos do ouvido médio, levando ao cérebro um som bem natural, semelhante ao que ouvimos. O que vale ressaltar é que, com essa cirurgia, sons que passavam desapercebidos ou não faziam parte do dia-a-dia dos pacientes há anos, voltam a ser descobertos e, além de modificarem toda a sua rotina, criam situações que estavam desabituados como o alerta no momento de dormir, em caso de campainhas, telefonemas noturnos, etc.", explica o Professor Ricardo. Tese de doutorado Os resultados das dez cirurgias, com acompanhamento dos dez casos durante seis meses após a ativação (a ativação de cada aparelho acontece depois de dois meses de alta da cirurgia), será o tema da tese de doutorado da Dra. Mariana Hausen, otocirurgiã assistente do Prof. Ricardo Ferreira Bento. "Até agora, todos os resultados foram extremamente bons. Os seis pacientes ativados relatam que até passaram a tomar mais banhos, entrar em piscina com os filhos (o AASI não permite isso) e afirmam que a sensação auditiva é muito melhor. Quando o aparelho é ativado, todos se assustam dizendo que estão ouvindo demais. Mas, o Esteem, quanto mais for utilizado, mais o paciente fica satisfeito porque a qualidade auditiva vai melhorando e os sons tornam-se muito próximos dos que ouvimos naturalmente", diz ela. Outro fato que demonstra a satisfação dos pacientes com o uso do Esteem, segundo a médica, é o fato de se recusarem a usar o AASI no ouvido que não foi operado. "Segundo eles, a qualidade de som de um ouvido é muito melhor. Essa prótese é o futuro das próteses auditivas. Com a evolução da tecnologia, esses aparelhos tendem a ser cada vez menores, as cirurgias serão mais simples e os resultados excelentes. Eu acredito nisso", finaliza Hausen. Clique AQUI para visualizar a matéria. Arthropneumography houseful holdout.
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